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7º dia – 21.06.2006 – 2º dia nos Alpes, com passagem por Itália – 493 kms 
Um sol radioso convidava a levantar cedo e, depois de um excelente pequeno-almoço caseiro, ainda houve tempo para lavar as nossas motos com uma das mangueiras do estábulo da quinta, gentilmente cedida pelo proprietário para o efeito.
As motos voltavam a brilhar, como novas, quando deixamos a estalagem, por entre amistosos acenos de despedida.
Continuamos a seguir o fabuloso trajecto de montanha alpino, maioritariamente percorrido entre os 1.000 os 2.000 mil metros de altitude, parando por diversas vezes para apreciar as belas paisagens e registá-las nas nossas câmaras fotográficas. De todos nós, só a minha irmã e o meu cunhado Manuel Carreiro haviam já feito um passeio pelos Alpes Austríacos, uma dezena de anos atrás, mas, ainda assim, não se cansavam de elogiar tão soberbo e imponente panorama.
Chegamos à fronteira Italiana era já perto do meio-dia, a que se seguiu uma lindíssima descida, numa estrada de montanha com um óptimo alcatrão, que serpenteava uma enorme escarpa montanhosa que nos levou até à pitoresca vila italiana de Cleulis. Foi a primeira vez que atravessei túneis, escavados na escarpa, em plena curva, com quase 180 º. Aproveitei logo para dar o gosto ao dedo e colocar a "adrenalina em dia" ...
Nesse dia almoçamos no , ao bom estilo "retro" italiano, na espectacular região alpina do Norte de Itália - os . Foi durante este almoço que decidi encomendar a , acabando por fechar o negócio, ao telefone, com o concessionário Yamaha em Ponta Delgada.
De regresso à estrada e devido a um erro de interpretação de rota do GPS, acabamos por sair do percurso planeado e, novamente devido a obras num túnel, acabamos por ter de regressar à Áustria pela mesma estrada que havíamos percorrido de manhã, divergindo depois para a rota inicialmente planeada, após atravessarmos a fronteira italiana.
A caminho da pacata vila de "Weissensee", onde iríamos pernoitar neste segundo dia, começaram a surgir as placas com a indicação do maciço montanhoso de , um dos pontos altos da nossa viagem, cuja grandiosidade era já possível apreciar no horizonte, fazendo subir ainda mais as expectativas para o terceiro dia da nossa viagem pelos Alpes.
Ao fim da tarde chegamos à pequena vila de , debruçada sobre um vasto e tranquilo lago com o mesmo nome, a tempo de escolher o hotel e de nos instalarmos convenientemente. A escolha acabou por recair no , outra pequena e acolhedora unidade hoteleira familiar de três estrelas, muito confortável, a um preço excelente (25 euros por pessoa / noite com pequeno almoço), com as varandas dos quartos viradas para o lago, que espelhava fielmente os contornos das montanhas em seu redor. Sem dúvida um local de sonho que merecia uma estadia mais prolongada, não fosse o programa algo apertado da nossa viagem.
Como era dia de festa, comemoramos o aniversário do meu cunhado Manuel Carreiro com um jantar a rigor servido na esplanada do hotel, igualmente debruçada sobre o lago. Cantou-se os "parabéns a vocês", depois de soprada a vela de um pequeno bolo de aniversário improvisado, prologando-se o animado e agradável serão até tarde.
8º dia – 22.06.2006 – 3º dia nos Alpes – o "Grossglockner" – 268 kms. 
Porque a expectativa de visitar o famoso "Grossglockner" era grande, acordamos bem cedo, aproveitando mais uma manhã radiosa para dar uma volta a pé pela margem do lago "Weissensee", passeando junto aos muitos pontões de madeira, com pequenos barcos a remos ancorados, reflectidos nas límpidas e tranquilas águas da lagoa, um cenário extremamente sereno e silencioso apenas interrompido, esporadicamente, pelo saltitar de alguns peixes. Por essa altura já estávamos totalmente rendidos à beleza incomparável da Áustria, aliada à enorme hospitalidade, simpatia e civismo das suas gentes.
Mas era tempo de regressar ao hotel para tomar o pequeno-almoço e rumar, finalmente, ao "Grossglokner", onde chegamos cerca das 10:30 da manhã. Pelo caminho cruzamo-nos com imensos motards que rumavam igualmente em direcção a um dos mais belos "santuários" europeus do mototurismo, também conhecido como "The Motorcycle Heaven".
Depois de pagar os 17 euros de portagem e receber um conjunto de mapas, desdobráveis e até autocolantes, rumamos ao cimo da montanha sem antes parar num dos muitos snacks / restaurantes que invariavelmente ostentavam uma placa amarela "Bikers welcome", para tomar um café. À medida que subíamos a montanha, juntamente com muitos outros motards que quase nos faziam julgar estar numa concentração, as manchas brancas de neve que salpicavam a montanha tornavam-se maiores, apesar de estar uma temperatura muito agradável, com um ar fresco e puro. Seguindo as indicações do mapa que nos haviam fornecido, rumamos primeiro em direcção ao , com diversas paragens pelo caminho para apreciar as fabulosas paisagens de montanha, entre cascatas, lagos e riachos, de cortar a respiração. Chegados ao "Kaiser-Franz-Josefs-Höhe Visitors", estacionamos as nossas motos no enorme parque, onde se encontravam centenas de outras motos, para apreciar a vista majestosa sobre a montanha mais alta da Áustria, o "Grossglockner", com 3.798 metros de altitude, onde, de uma das encostas, escorre o mais longo e imponente glaciar dos Alpes, o "Pazterze". Uma paisagem deslumbrante e única que apreciamos demoradamente.
Voltamos à estrada para rumar a , um dos pontos mais alto do trajecto, com 2.503 metros de altitude, de onde voltamos a desfrutar magníficas paisagens sobre o maciço montanhoso envolvente, serpenteado por uma das mais bonitas estradas que alguma vez atravessamos, para mais com um piso de eleição !
Em seguida passamos pelo belo lago de e voltamos a parar no , o ponto mais alto deste circuito alpino, com 2.571 metros de altitude.
Saciado com tanta beleza, aproveitei a sinuosa descida, rumo à portagem nascente do "Grossglockner", para dar o gosto ao punho, intrometendo-me com outros colegas motards mais rápidos. Chegados à portagem, tivemos de esperar algum tempo até que chegassem os nossos companheiros de viagem, que optaram, e bem, por um ritmo mais tranquilo e turístico ...
Almoçamos na esplanada de um agradável restaurante, localizado em Ferleiten, logo a seguir à portagem, com uma vista soberba sobre a montanha. Nesse dia foi a vez do Carlos Paz Ferreira fechar o negócio com a para a compra de uma nova BMW K1200GT, que já há muito admirava, por troca com a sua Honda Pan-European ST 1300. O nosso "tour" nos Alpes mais parecia uma viagem de negócios do que de lazer ...
Já no fim do almoço, subitamente o maciço de "Grossglockner" começou a ficar coberto por densas nuvens negras, já conhecidas do empregado do restaurante, que nos aconselhou a retomar a estrada na tentativa de fugir ao mau tempo que se aproximava rapidamente. Mas só conseguimos percorrer alguns quilómetros, já em direcção a , a cidade onde pernoitaríamos, antes que uma chuva diluviana se abatesse sobre nós. Ainda tentamos nos abrigar debaixo de uma ponte mas, como a chuva copiosa não parava, tivemos mesmo de rumar a Hallstatt nas mais difíceis condições climatéricas porque alguma vez já havíamos passado. Mal se via a estrada e os nossos fatos já estavam completamente encharcados. A chuva era tanta que, devido a uma enorme nuvem de "spray" projectada por um camião TIR, o casal Paz Ferreira perdeu-se de nós, valendo-lhe o GPS para encontrar o caminho para Hallstatt, uma estrada estreita e sinuosa, por entre uma densa floresta, que tornava a trovoada ainda mais assustadora. Numa das muitas curvas a minha FJR saiu de estrada, entrando por um pasto. Só com uma manobra de emergência e um pouco de sorte à mistura, consegui colocá-la de novo na estrada, sem cair. Mas a moto continuava com um comportamento bastante estranho no alcatrão encharcado, saindo repetidamente de traseira. Ainda julguei que era a Elisa a mexer-se no banco traseiro, mas ela insistia que estava quieta ...
Chegados finalmente a Hallstatt, completamente encharcados, só queríamos encontrar rapidamente um alojamento. Paramos no primeiro posto de abastecimento que encontramos e solicitamos a ajuda da funcionária para nos indicar o alojamento mais próximo. Depois de alguns telefonemas, acabamos por ficar numa pensão das redondezas, a , que só pecava por uma insuportável cheiro a fritos (malditos bifes panados austríacos !). Mas o que queríamos mesmo era tirar os fatos e as botas, completamente encharcados, e recuperar daquela atormentada e diluviana tarde. A chuva foi tanta que o sistema ABS da Honda Goldwing deixou de funcionar, entrou água numa das malas da Pan European e até o telemóvel da minha irmã, guardado no interior do casaco, ficou irremediavelmente avariado.
Como ao longo do serão a chuva teimava a cair copiosamente e depois de consultada a previsão metrológica na Net, que infelizmente continuava a não ser favorável, começamos a equacionar a hipótese de cancelar o último dia da nossa ronda pelos Alpes e fugir ao mau tempo, pelo sul da Alemanha. Mal sabia eu que, por outras razões, no dia seguinte seria mesmo obrigado a abandonar o passeio ...
9º dia – 23.06.2006 – Abandono da jornada nos Alpes – 605 kms. 
Na manhã seguinte foi um tormento voltar a vestir o equipamento ainda húmido, apesar das varandas dos nossos quartos parecerem uns autênticos estendais ! Ao fazermos a vistoria matinal às motos, deparo-me, então, com o meu pneu traseiro completamente nos arames numa extensão de cerca de 20 centímetros. Estava explicado, da pior forma, o comportamento estranho da moto no dia anterior. Já tinha previsto substituir o pneu à chegada a Ibiza, já perto do fim da viagem, mas os excessos cometidos nas fabulosas estradas alpinas deixaram bem visíveis as suas marcas ! Como organizo sempre um dossier de viagem que, entre muita outra informação, inclui os contactos dos concessionários Yamaha das zonas por onde conto passar, bastou um telefonema para a , na vizinha cidade de Munique, para combinar a substituição do pneu.
Embora a manhã se apresentasse sombria, com algum chuvisco, não deixamos de visitar o centro histórico da magnífica cidade milenar de Hallstatt, à beira do lago do mesmo nome. Uma cidade muito bonita e típica, de visita obrigatória. Nem umas nuvens baixas conseguiram estragar o magnífico panorama.
Seguimos depois rumo a Munique, pela auto-estrada, a velocidade moderada devido ao estado do meu pneu.
Chegamos à Motorpoint, nos arredores de Munique, já perto do meio-dia, aproveitando para almoçar enquanto substituíam o meu pneu traseiro, bem como o da Pan-European do Carlos Paz Ferreira, por uma questão de prudência, visto que também já evidenciava um desgaste considerável. Em boa verdade foram os pneus mais caros que alguma vez pagamos ... fruto, naturalmente, da necessidade e da falta de oportunidade. Mas serviu-nos de lição !
À tarde seguimos por auto-estrada até à fronteira da Áustria, passando perto de Dornbirn, de onde havíamos iniciado a nossa jornada alpina, seguindo depois para a Suiça, parando ao fim da tarde no hotel Íbis em Rothrist, a cerca de 50 kms de Berna.
10º dia – 24.06.2006 – Regresso a Espanha para fazer praia – 1.056 kms. 
Ainda com a paisagem majestosa dos Alpes gravada na retina e rendidos à amabilidade, hospitalidade e civismo do povo austríaco, era tempo de rumar novamente à Península Ibérica para a já habitual semana de praia em jeito de conclusão de férias, novamente em Ibiza, para nós e para o casal Paz Ferreira, e no o Sul de Espanha, para a minha irmã e o meu cunhado Manuel Carreiro.
Felizmente o tempo estava bom, com uma temperatura agradável, o que facilitou devorar as muitas centenas de quilómetros, primeiro com destino a Perpignan, no Sul de França, mas que depois decidimos "esticar" até Barcelona, num total de 1.056 kms. O dia ficou apenas marcado por um inesperado desencontro à hora do almoço, provocado pelo intenso trânsito de fim de semana que se fazia sentir nas auto-estradas francesas, fazendo com que os tripulantes da imponente Goldwing almoçassem sozinhos, reencontrando-nos em seguida numa área de serviço próxima, e uma chegada atribulada ao hotel Ibis, nos arredores de Barcelona, localizado junto ao que, por ser de construção recente, ainda não se encontrava indicado nos nossos GPS's. Mas, depois de muitas voltas, lá chegamos finalmente ao destino para um merecido descanso.
11º dia – 25.06.2006 – Rumo a Ibiza e ao Sul de Espanha – 394 kms
A partir de Barcelona, e como já havia acontecido no início da viagem, era tempo da "equipe dos 3 magníficos" se separar. Enquanto nós e o casal Paz Ferreira rumamos a Valência, para embarcar no ferry da , às 15:00 horas, para , a minha irmã e o meu cunhado seguiram directamente para o Sul de Espanha.
Chegados a Ibiza, atravessamos a ilha, em direcção a Santo António, para nos hospedarmos no nosso hotel de eleição da ilha – o – com uma excelente relação preço / qualidade, garagem coberta grátis e uma óptima localização, frente a uma praia.
Para não variar, voltamos a nos deparar com imensas obras na estrada, por sinal muito policiadas ...
12º ao 17º dia – Sol, mar e praia em Ibiza.
Foram mais cinco excelentes e relaxantes dias passados nesta magnífica ilha mediterrânica, tanto do nosso agrado, não só pelas suas belas e acolhedoras praias, mas também pela sua cosmopolita vida nocturna, ora no eufórico centro de Ibiza, ora numa nova zona de bares de construção recente, junto ao famoso , na orla marítima de Santo António, onde se pode usufruir de excelentes bares, com restaurante e piscinas, com acesso directo ao mar e a desportos náuticos, permitindo degustar um óptimo jantar, tendo por cenário um alaranjado e romântico pôr-do-sol, como é o caso do .
Na cidade de Ibiza, um jantar na zona do castelo e uma subida diurna ao cimo das suas muralhas altaneiras, de onde se vislumbra quase toda a ilha, são visitas obrigatórias.
Como mudávamos de praia quase todos os dias, percorremos ainda 1.080 kms, o que, convenhamos, é bastante numa ilha com uma área de apenas 572,6 km2.
Mas como tudo o que é bom acaba depressa, na 6ª Feira, dia 30 de Junho, era tempo de fazer de novo as malas e embarcar no ferry da , às 20:00 horas, para Dénia, um porto localizado a 100 kms de Valência, onde iríamos pernoitar antes do regresso a Lisboa.
Só que, devido à e outros eventos que decorriam em Valência, apenas conseguimos encontrar um hotel com quartos disponíveis às 2 horas da madrugada, o , perto do aeroporto, já a caminho de Madrid.
18º dia – 30.06.2006 – A maratona de regresso a Lisboa – 981 kms
Como pretendíamos assistir, em Lisboa, ao jogo entre Portugal e a Inglaterra, a contar para o Mundial de Futebol, dormimos apenas 5 horas e, às 8 horas da manhã, já estávamos montados nas nossas motos, de regresso a casa. Era uma maratona difícil mas não impossível, de cerca de 1.000 kms, a realizar em menos de 8 horas (contando com a diferença horária entre Espanha e Portugal, que jogava a nosso favor).
O tempo mantinha-se bom, com uma temperatura amena, o que facilitou bastante a jornada de regresso. Mas como foi timbre desta nossa viagem, a chegar a Madrid voltamos a nos deparar com obras na estrada, nada que uma moto não ultrapasse com alguma facilidade, mas que sempre atrasa o andamento. Paramos apenas para rápidos reabastecimentos e para engolir umas sandes de "jámon", já na Estremadura, num bar de estrada imundo. Só valeu mesmo pela grande qualidade do "jámon" espanhol ...
Continuamos a nossa maratona e, já sob fortes protestos das nossas penduras, vencidas pelo cansaço originado pelo elevado ritmo imposto, nesse dia, às nossas máquinas, que mais uma vez demonstraram as suas grandes qualidades de estradistas, não registando qualquer problema técnico durante toda a viagem. Foram 980,6 kms percorridos em apenas 8:32 horas (7:22 horas de condução), que correspondeu a uma média efectiva de 133 km/h. Atravessamos finalmente a Ponte Vasco da Gama pelas 15:00 horas de Lisboa, chegando aos apartamentos, nas Olaias, pelas 15:15, mesmo a tempo de tomar um duche, depois dos habituais festejos da chegada com a família, e assistir ao jogo de futebol, como era nosso objectivo. E valeu mesmo a pena tanto esforço para assistirmos à grande vitória da nossa selecção sobre a Inglaterra !
No dia seguinte ainda arranjei forças para participar no imperdível , que se realizou em Rio de Moinhos, no Alto Alentejo, percorrendo mais 354 kms na sempre agradável e divertida companhia de outros 52 colegas FJRistas, fechando assim, com chave de ouro, a minha memorável viagem pela Europa de 2006.
Estatística:
O melhor: A visita ao maciço montanhoso de "Grossglockner"
O pior: O pneu traseiro nos arames
Total de Kms: 7.246 (incluindo 1.080 kms em Ibiza)
Total de dias: 18
Consumo médio: 7,4 litros / 100 kms. A melhor média foi feita em Ibiza com 5,9 lts. / 100 kms.
Problemas técnicos: Nenhum
Custo total da viagem: Cerca de 2.500 euros por casal, excluindo a estadia em Ibiza.
Países visitados: Portugal, Espanha, França, Itália, Suiça, Áustria e Alemanha
(sem fotos)
| Roteiro da Austria (download) |
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 O Carlos e a Teresa no "Grossglockner"
 Uma paisagem de cortar a respiração
 Espelho de água no "Grossglockner"
 A Goldwing a trepar o "Grossglockner"
 Na Áustria o céu é o limite
 No cimo do "Grossglockner"
 As cascatas geladas sucedem-se
 Mais uma cascata gelada no "Grossglockner"
 A imponente paisagem do "Grossglockner"
 Apreciando a vista do "Grossglockner"
 Mais uma lago no "Grossglockner"
 Muitos motards no "Grossglockner"
 O parque no cimo do "Grossglockner"
 Por entre barreiras de gelo
 Biker Welcome no "Grossglogner"
 A Goldwing portou-se bem nos Alpes
 Rasgando as estradas Austríacas
 A milenar povoado de Hallstatt
 Hallstatt por entre nevoeiro
 O centro de Hallstatt
 O meu pneu traseiro "nas lonas"
 Uma das belas praias de Ibiza
 No cima do Castelo de Ibiza
 Os maravilhosos pôr-do-sol de Ibiza
 Numa das muitas belas praias de Ibiza
 O último dia foi puxado ...
 Chegada ao condomínio em Lisboa
 A "photo-finish" da viagem
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