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A minha nova Yamaha FJR 1300/A

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Após a minha viagem à Noruega, decidi trocar a anterior FJR (modelo de 2001) pela nova Yamaha FJR 1300/A. Percorridos os primeiros 1.000 kms nesta excelente mota, aqui estão as minhas primeiras impressões:

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O sistema ABS e os discos de travão de maior diâmetro tornaram a mota bastante mais segura e fácil de conduzir. Já testei travagens a fundo (travão dianteiro e traseiro) em piso escorregadio ou molhado e a mota imobiliza-se prontamente, sem reacções anormais.

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Embora de pequena dimensão, a nova bolsa lateral no tablier é bastante útil para guardar pequenos objectos, como por exemplo óculos de sol.

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A nova cor "azul galáxia" é muito sóbria e bonita.

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As novas possibilidades de regulação da suspensão são bastante úteis pois conseguem-se resultados bastante melhores em termos de afinação comparativamente ao modelo anterior.

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O novo guarda lama frontal, de maior dimensão, oferece de facto uma maior protecção ao radiador,

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Fiquei desapontado pelo facto de continuar a sentir demasiado calor na zona do tornozelo esquerdo e nas pernas, em redor do tanque de gasolina.

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O novo pára-brisas continua a não oferecer a protecção desejada. Por esta razão encomendei já um novo pára-brisas mais alto da Givi.

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Senti o acréscimo de peso da mota, principalmente em condução citadina e ao parquear.

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Fiquei desapontado pelo facto da nova mota vir equipada com pneus Metzeler Z4 e não Bridgestone BT020N, no meu entender mais seguros e com uma maior durabilidade.

Apesar dos prós e contras acima referidos, só ficaria 100% satisfeito se a Yamaha já tivesse equipado o potente motor da FJR com uma tão necessária sexta velocidade.

Embora esta seja já a minha quarta mota Yamaha, pela primeira vez tive pena de deixar no stand do Concessionário a minha "velha" FJR, com a qual percorri muitos e bons quilómetros por esta Europa fora, sempre com a maior segurança e fiabilidade – nunca tive qualquer acidente, percalço de maior ou avaria durante os cerca de 31.000 kms percorridos nestes últimos 2 anos.


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