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Viagem de 8.000 kms à Grécia - Corfu em 2001

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Viagem de 9.000 kms à Hungria - Budapeste em 2002

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Fim de semana no Nordeste em Janeiro de 2003

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Viagem de 10.000 kms à Noruega em Junho de 2003

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Passeio ao Algarve e 1º Almoço FJR1300PT em Setembro de 2003

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Último passeio de 2003 ...

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Viagem de 6.000 km à Sardenha em Junho de 2004

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Viagem de 7.500 km à Croácia em Junho de 2005

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À descoberta dos Alpes Austríacos - Junho de 2006


Chegado, finalmente, o tão esperado dia 13 de Junho, era tempo de fazer as malas, dar uma última vista de olhos na "check-list", para confirmar que nada faltava, e seguir para o Aeroporto João Paulo II para embarcar no último voo da Sata, rumo a Lisboa, na companhia do casal Paz Ferreira. Apesar da cuidada preparação prévia deste novo périplo pela Europa, aproveitamos a viagem para combinar os últimos detalhes de mais esta auspiciosa aventura, que nos levaria a uma ronda de 4 dias pelos Alpes Austríacos, num traçado de montanha gentilmente preparado e cedido pelo meu colega Stephan Rissi, do grupo FJR Áustria.
Porque a partida de Lisboa estava agendada para a 5ª Feira, dia 15 de Junho, aproveitei a manhã do primeiro dia em Lisboa para as habituais compras de última hora, na Motoponto, a que se seguiu um animado almoço com a comitiva dos 26 motards Açorianos chegados naquele dia a Lisboa para participar no 8º Portugal de Lés-a-Lés.
À tarde, e apesar da chuva que se fazia sentir em Lisboa, enquanto a comitiva do Clube Motard de São Miguel rumava a Norte, em Direcção a Barcelos, onde no dia seguinte se iniciaria a prova, dirigi-me às instalações da Yamaha Motor Portugal, em Alfragide, para fazer um test-drive à nova Yamaha FJR 1300/A de 2006 e também ao novo modelo AS (embraiagem electrónica). Pelo caminho, mais precisamente na IC 19, encontrei o meu amigo Gonçalo Ferreira, do Grupo FJR 1300 PT, que combinara encontrar-se comigo em Alfragide juntamente com um outro amigo "surpresa". Qual a minha satisfação quando, estava eu em amena cavaqueira com o Gonçalo, já nas instalações da Yamaha Portugal, vejo chegar o meu ilustre amigo e ex-deputado motard Rodrigo Ribeiro, na sua inseparável e fiel Yamaha Tenéré. A conversa estava tão agradável e animada, nomeadamente sobre a última grande manifestação nacional em prol do motociclismo, de que o Rodrigo foi um dos organizadores, que quase me esquecia do motivo que me levara a Alfragide – o test-drive à FJR. Finalmente lá testei as duas novas FJR’s, primeiro o modelo convencional, com embraiagem e, em seguida, a nova FJR AS sem embraiagem. Se o primeiro teste já me havia deixado muito bem impressionado relativamente à grande evolução operada no modelo de 2006, a nova AS, passados os primeiros minutos bastante confusos, sem saber qual o selector de mudanças que deveria optar - se o novo sistema manual ou o convencional de pé - rapidamente me deixou rendido aos encantos da nova tecnologia YCCS. Tanto assim que, de regresso às instalações da Yamaha Portugal, já exclamava: "é esta que vou comprar no meu regresso da Austria !".
Trocadas as últimas impressões com o vendedor e depois de me despedir dos simpáticos amigos Gonçalo e Rodrigo, regressei a Lisboa, sempre sob uma chuva miudinha e desconfortável.
Depois do tradicional jantar de família antes da viagem, na "Marisqueira Ramiro", era tempo de regressar aos apartamentos dos nossos filhos para acabar de acondicionar as malas e tentar dormir o suficiente para estarmos em forma para mais uma longa aventura pela Europa.

1º dia – 15.06.2006 – Lisboa / Toledo – 645 kms.

A manhã de 5ª Feira estava nublada mas com uma temperatura amena. Nada melhor para o início da viagem, que se verificou pelas 10:30, rumo a Toledo.
Já com os GPS’s devidamente programados e depois de nos despedirmos dos filhos, rumamos em direcção a Badajoz, numa toada calma, até porque a viagem deste ano tinha etapas mais curtas, para um menor esforço físico. Ainda assim, depois de almoçarmos pelas 15:00, perto de Madrid, e já na estrada nacional para Toledo, que se encontrava em obras (por sinal quase uma constante na viagem deste ano), o cansaço quase me traía. Numa curva apertada, onde a estrada passava de duas para quatro vias, dividida por um rail central, interpretei mal uma indicação do GPS e quase entrava em contra-mão, não fosse o potente e oportuno apito de um camionista que me alertou, mesmo a tempo, para a enorme asneira que ia cometendo. Ainda assim fui forçado a realizar uma forte travagem, numa zona suja, que só o ABS evitou um indesejado toque no separador central. Ainda não totalmente restabelecido do susto, chegamos a Toledo cerca das 18:00 horas, a tempo de nos instalarmos no hotel Pintor El Greco, situado numa zona bastante central desta bonita cidade medieval espanhola.
Antes do jantar abateu-se uma forte chuvada sobre a cidade, acompanhada de uma forte trovoada. Mal sabíamos seria outro aviso do que nos esperava na viagem deste ano.
Passada a intempérie, fomos visitar esta magnífica cidade, a pé, que se encontrava toda engalanada para a festa do "Corpus Christi", com lindas colchas e magníficos arranjos florais a enfeitar os parapeitos das janelas das ruas por onde, durante o dia, passara a procissão. O nosso primeiro dia de viagem não podia ter acabado de forma mais agradável.

2º dia – 16.06.2006 – Toledo / Barcelona – 769 kms.

A manhã do segundo dia estava radiosa, pelo que aproveitamos para visitar mais um pouco da bela cidade de Toledo, antes de rumarmos a Barcelona, pelas 10:00 horas, via Cuenca e Valência. Até à hora do almoço e sob um sol radioso, atravessamos a bonita Serra de Cuenca, num traçado de montanha com um excelente piso e deslumbrantes vistas sobre o planalto central Espanhol. Já perto de Teruel, onde paramos para almoçar, as condições meteorológicas mudaram num ápice. O céu escureceu rapidamente e, depois do almoço, já na estrada, fomos surpreendidos por uma chuva torrencial que até fez com que nos perdêssemos à saída da cidade. Nada que os GPS’s não resolvessem, acabando por nos reencontrarmos mais adiante, debaixo de uma ponte, onde me havia abrigado, a caminho da auto-estrada para Valência.
Mais adiante voltamos a nos deparar com obras na estrada, que um interminável traço contínuo e uma forte fiscalização policial, nos obrigou a seguir uma longa e lenta fila de veículos quase até Valência.
Foi então que um dos suportes da viseira do capacete da Elisa partiu-se, ficando com um dos lados soltos. Na paragem seguinte telefonei ao nosso filho André para procurar, na Net, revendedores da Schuberth em Barcelona, mas já não chegamos a horas de encontrar lojas abertas. Como no dia seguinte era sábado, só podíamos resolver o problema em Itália.
Valeu-nos a melhoria do tempo e a excelente auto-estrada entre Valência e Barcelona para recuperar o tempo perdido, o que nos permitiu chegar a Barcelona pelas 18:30, onde já nos esperavam a minha irmã Ani e o meu cunhado Manuel Carreiro, que haviam partido uns dias antes de Lisboa, na sua Honda Goldwing GL 1800, para gozarem uns dias extras de praia no Sul de Espanha. Mas foi só por sorte e simpatia do gerente do Ibis Barcelona Cornella que conseguimos alojamento no mesmo hotel. Só me lembrei que se realizava, naquele fim de semana, o MotoGP da Catalunha, ao sermos ultrapassados por centenas de motards, muitos a alta velocidade, na auto-estrada entre Valência e Barcelona. Mas já era tarde demais para efectuar reservas.
Depois de um revigorante duche fomos todos jantar ao centro de Barcelona, onde degustamos uma excelente "paelha" e passeamo-nos nas amplas "ramblas" (avenidas) apinhadas de gente, apreciando a frenética animação nocturna da cidade.

3º dia – 17.06.2006 – Visita a Barcelona.

Conforme planeado, este sábado foi preenchido com uma demorada visita de autocarro à bonita e espaçosa cidade de Barcelona, por onde já havíamos passado diversas vezes mas nunca visitáramos convenientemente. Um sol radioso, mas não demasiado forte, tornou ainda mais agradável a visita por entre as largas avenidas e os majestosos monumentos de Barcelona, muitos da autoria do famoso arquitecto Antoni Gaudi, como por exemplo a inacabada Catedral da Sagrada Família. Foi um dia muito bem passado.
De regresso ao hotel, jantamos e ficamos a aguardar até perto da meia-noite para rumarmos ao porto e embarcar no luxuoso ferry da "Grandi Navi Veloci" rumo a Itália, mais precisamente ao porto de Génova.

4º dia – 18.06.2006 – Viagem de ferry pelo Mediterrâneo.

Este dia foi todo passado a bordo do ferry "Fantastic", a desfrutar da piscina e do solário. Apesar de algum vento, o dia estava magnífico, proporcionando-nos uma confortável e tranquila viagem até Génova, onde desembarcamos pelas 20:00 horas deste Domingo.
Foi só tempo de programar os GPS's e rumar ao hotel Íris, de três estrelas, mais uma vez sem termos efectuado reservas. Mas desta feita não tivemos a mesma sorte que em Barcelona. O hotel estava lotado e só nos restava procurar outra unidade hoteleira. Acabamos por ficar alojados num hotel de quatro estrelas, da cadeia "AC Hotels", junto à auto-estrada, a um preço mais baixo. Há males que vêem por bem ! Porque já se fazia tarde e o restaurante do hotel estava a fechar, por indicação de uma simpática recepcionista, acabamos por jantar num pub muito castiço, localizado numa recondida viela nos arredores do hotel. O jantar foi servido numa esplanada do "O'Connors Pub", coberto por uma latada de vegetação, num ambiente muito fresco e informal, tipicamente italiano, a que se juntava a contagiante boa disposição e simpatia dos empregados, que teimavam encher os copos com um delicioso vinho "Ghianti". Foi uma festa em que reinou a alegria e boa disposição !

5º dia – 19.06.2006 – Rumo aos Alpes Austríacos – 468 kms

Depois de uma noite muito bem dormida no "AC Hotel Génova", era tempo de rumar à Áustria, mais precisamente a Dornbirn, a pitoresca cidade-natal do nosso amigo Stephan Rissi, ponto de partida do nosso tão esperado périplo pelos Alpes Austríacos. O dia estava radioso e, pelas 10:30, partíamos em direcção a Milão, a primeira paragem do dia para, finalmente, adquirir a viseira do capacete da Elisa. Assim foi e, pelo meio-dia, o meu Garmin deixava-nos mesmo à porta de um Distribuidor da Schuberth, na periferia de Milão.
Feita a substituição de viseiras, retomamos a estrada para Dornbirn, que nos obrigava a atravessar uma parte da Suíça. Surpreendentemente e pela primeira vez, fomos obrigados a adquirir, na fronteira, um selo para circulação na Suíça, no valor de 30 euros, uma exorbitância para os poucos quilómetros que percorremos naquele País. Para mais, e já perto da fronteira da Áustria, deparamo-nos novamente com um extenso troço de estrada em obras, com grandes filas de trânsito, sobretudo autocarros e carros pesados, que fomos sucessivamente ultrapassando até nos libertarmos deste movimento infernal e poluente. Pelas 14:30, já em território Austríaco, paramos na primeira cidade que encontramos para almoçar. A fome já era muita mas, infelizmente, só conseguimos comer umas sanduíches e uns bolos numa cafetaria porque, na Áustria, fora das grandes cidades, os restaurantes encerram muito cedo.
De volta à estrada chegamos a Dorbirn pelas 16:30, seguindo directamente para o "Berghof Fetz Hotel", uma pequena unidade hoteleira familiar de montanha localizada num local paradisíaco, nos arredores da cidade, que nos havia sido indicada pelo colega Grego John Salakidis, também de visita aos Alpes Austríacos, e com quem iríamos jantar, nesta mesma noite, na companhia do Stephan Rissi. Enquanto aguardávamos a sua chegada, aproveitamos para descansar um pouco, deliciando-nos com a tranquila paisagem que as generosas varandas do hotel, profusamente ornamentadas com flores, ofereciam sobre as montanhas. Muito dificilmente teríamos encontrado um melhor cartão de visita para início da nossa jornada alpina !
O John Salakidis e a mulher, na sua FJR cinza só chegaram ao hotel pelas 20:00 horas, provenientes também da Suiça e, pelas 21:00 horas, encontramo-nos todos com o Stephan Rissi - uma simpatia de pessoa - para um excelente e animado jantar num restaurante asiático no centro de Dornbirn, sendo a nossa comum paixão pelas motas o tema central da conversa. Acabei também por aceitar o convite, gentilmente endereçado pelo Stephan, para integrar o "2007 Austria Tour", de que é co-organizador, na companhia de outros 154 motards proprietários de FJR’s, vindos de 10 Países europeus. A concentração, a realizar em Junho do próximo ano, promete ser uma grande festa !
Feitas as despedidas, regressamos ao hotel, ansiosos por iniciar, no dia seguinte, o nosso tão esperado "tour" pelos Alpes.

6º dia – 20.06.2006 – Início da memorável jornada Alpina – 487 kms

Depois de um delicioso pequeno-almoço caseiro, servido na esplanada do restaurante do hotel, deixamos Dorbirn pelas 9:30 rumo aos Alpes, iniciando assim o trajecto de 4 dias e cerca de 2.000 kms gentilmente preparado pelo Stephan Rissi. O tempo estava magnífico, com uma temperatura amena, ideal para passear de moto. Depois de abastecer as motas, verificar a pressão dos pneus, o nível do óleo e programar a rota no GPS, à saída de Dornbirn, deparamo-nos logo com magníficas e, por vezes, estreitas estradas secundárias de montanha, bordejadas por uma vegetação luxuriante que, de quando em vez, atravessava pequenas e típicas aldeias rurais, muito bem cuidadas e floridas, sempre construídas em redor de uma capela ou igreja, com altos e belos torreões de estilo gótico, perdidas por entre sumptuosos vales e montanhas, numa paisagem de cortar a respiração, que se tornava cada vez mais bela e imponente à medida que a altitude aumentava. Por esta altura já nos cruzávamos com muitos outros motociclistas, que se passeavam igualmente nos Alpes, com quem invariavelmente trocávamos a habitual saudação motard.
Porque a quilometragem diária era de pouco mais de 450 kms, tínhamos tempo suficiente para parar nos pontos de maior interesse e apreciar convenientemente a majestosa paisagem alpina, com os cumes das montanhas cobertas de neve e as encostas entrecortadas por graciosas cascatas, que engrossavam as muitas ribeiras que atravessamos em bonitas pontes tradicionais, muitas delas ainda em madeira.
Já precavidos com os horários das refeições na Áustria, paramos pouco depois do meio-dia num restaurante de estrada, onde aproveitamos para trocar as primeiras impressões sobre o passeio. Só havíamos percorridos os primeiros 200 kms e já estávamos extasiados com a beleza dos Alpes, superando as nossas melhores expectativas !
Mas infelizmente a parte da tarde já não correu tão bem, novamente devido a obras na estrada, nomeadamente num túnel que era suposto atravessar uma enorme cordilheira montanhosa que, só a muito custo, conseguimos contornar com a ajuda do GPS, mas que ainda assim nos obrigou a fazer uma imprevista incursão pelo Sul da Alemanha, num total de 100 kms adicionais, que nos fizeram perder muito tempo. Por esta razão e a meio da tarde, optamos por seguir directamente pela auto-estrada até ao ponto de destino daquele dia, passando perto de Innsbruck, onde já havíamos estado em 2002. Já na estrada secundária que nos levaria a uma unidade de turismo habitação, a "Pension Schiederhof", em Mittersill, paramos para jantar numa pequena vila de montanha. De regresso à estrada, já anoitecia quando fomos surpreendidos por uma forte chuvada, acompanhada de trovoada. Nada que nos espantasse em demasia pois já havíamos sido avisados destas súbitas alterações climatéricas nos Alpes, por um grupo de motards italianos que embarcaram connosco em Barcelona. Quando souberam que o nosso destino era os Alpes, para o nosso desalento, exclamaram: "oh, you should take your rain suites ...".
Chegados ao destino e depois de um revigorante duche, passamos o resto do serão a confraternizar com a simpática família de agricultores, proprietários da estalagem indicada pelo Stephan, na sala comum da casa, juntamente com outros dois motards Alemães, sogro e genro, que também se passeavam pelos Alpes.


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Dorndirn - Vista da varanda do Hotel Fetz

Dornbirn
Dornbirn - Nas varandas do Hotel Fetz

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A beleza inigualável da paisagem alpina

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As fabulosas estradas Austríacas

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Um dos muitos hoteis ao longo da estrada

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Cruzamo-nos com algum gado na estrada

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Uma das muitas cascatas geladas

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Na Áustria até os cavalos sorriem

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O fabuloso lago de Weissensee

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Subida do "Grossglockner"

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Foto de grupo noo "Grossglockner"

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Um dos lagos do "Grossglockner"


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